“Wild” debuta na parada de álbuns da Billboard

Após uma semana de lançamento do seu novo EP Wild, Troye alcançou a quinta posição na Billboard 200, principal parada de álbuns dos Estados Unidos, com 50 mil cópias vendidas digitalmente (iTunes e Amazon) e nas lojas em que estava disponível.

Ano passado, o seu EP de estréia TRXYE também alcançou a mesma posição, com 30 mil cópias vendidas, um bom desempenho para quem fez boa parte de sua divulgação online, através das mídias sociais. Atualmente, o cantor trabalha em sua primeira turnê que deve começar em outubro e na trilogia Blue Neighbourhood.

Troye Sivan comparece ao YouTube FanFest Australia 2015

Como de costume, Troye Sivan compareceu hoje (11) ao evento de YouTubers da Austrália, onde recebeu uma surpresa de nada menos e nada mais que Connor Franta, Mike Tompkins e Gemma O’Brian, mulher que desenhou a tipografia do Wild, mostrando todas as alternativas no vídeo. Confira fotos (exclusivas em UHQ) e vídeos do evento abaixo;

11.09 | YouTube FanFest Australia 2015

 

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Vídeos:

Entrevista traduzida: The Fader

Troye Sivan tem uma aparência de alguém muito mais jovem do que devia com seus 20 anos, mas fala com uma postura tão polida que apenas aqueles que cresceram para os holofotes da fama possuem. Ele tinha apenas 13 anos de idade quando atuou no papel do jovem Wolwerine, no filme X-Men: Origins de 2009, mas a sua ascensão ao estrelato online surgiu graças a uma série consistente de vídeos inteligentes que ele enviava ao YouTube ao longo de seus anos de adolescência. O seu canal, que por acaso é o terceiro com mais inscritos na Austrália, está cheio de monólogos, vídeos de conselhos, tutoriais bobos e provavelmente o mais famoso, a sua entrada nos vídeos “se assumindo“, uma nova forma onde os seus usuários revelam para as cameras que são gays, lésbicas ou bissexuais. Gravado quando ele tinha apenas 18 anos, o vídeo mostra Sivan discutindo sobre sua orientação sexual com a proporção certa de drama, informação, motivação, inteligência e até comédia. O vídeo já ultrapassa as 5 milhões de visualizações.

Passando pela sua adolescência enquanto o mundo está acostumado com uma arte mais complexa, Troye vem fazendo isso graciosamente, documentando sua vida pessoal e o seu interesse nos problemas sociais da causa LGBTQ com uma pitada de humor e inteligência para que o mundo todo veja. Hoje, ele está lançando um excelente EP com diversas músicas pop chamado Wild. Embora ele tivesse aspiração para se tornar um cantor antes da sua carreira decolar – seus primeiros vídeos no YouTube, na verdade, eram covers de músicas pop de outros artistas – ele teve seu tempo antes de mergulhar totalmente em uma carreira musical, assinando contrato com a EMI Music australiana em junho de 2013  e lançando um EP leve porém promissor quase um ano depois chamado TRXYE. Este subiu até a quinta posição nas paradas americanas com a força de uma pequena divulgação – sem entrevistas, sem turnê – além de suas próprias mídias sociais.

Wild, contudo, é seu verdadeiro ápice criativo. As músicas não são leves ou dançantes como as que muitos jovens pop stars usam para erguer suas carreiras, mas sim meditações profundas sobre luxúria e perda. Ele escreve com um impacto sábio e poético – I see swimming pools and living rooms and aeroplanes/ I see a little house on a hill and children’s names/ I see quiet nights poured over ice and Tanqueray/ But everything is shattered babe/ And it’s my mistake em Fools  o que te faz se perguntar como alguém tão jovem poderia ter se apaixonado e desiludido tantas vezes. Seu som tem uma atmosfera moody – espaços vagos, sintetizadores deformados, piano delicado – que fazem as músicas de Lorde e Frank Ocean tão atraentes. Mas o que é mais notável sobre o Wild é o quão simples confiantemente seus prazeres são, completamente desprovidos de qualquer modismo exagerado. Em vez disso, a batida de estalar os dedos fácil e o coro em Wild é um lembrete de por que pop foi inventado em primeiro lugar.

Sivan conversou comigo via Skype de sua casa em Perth, Australia, onde ele vive com sua família. Preferindo não fazer uma chamada em vídeo, ele nos falou sobre a refrescante seriedade com que ele aproxima sua vida de sua música.

Você já construiu uma grande presença online e atuou em grandes filmes, por quê cantar?

É a coisa que eu mais amo. Eu ainda estaria fazendo isso mesmo se eu não tivesse no YouTube ou não tivesse atuado. É a minha forma favorita de expressão. Quando eu começo a compor, se torna uma coisa pela qual eu fico obcecado. Eu sou viciado em trabalhar. Para mim virar a noite escrevendo e acordar cedo postando teasers, é viciante para mim. É por isso que entrei no YouTube. Eu estava entediado e isso resultou em um vídeo. E entre cada vídeo, eu estou escrevendo músicas e produzindo batidas.

Estar sendo rotulado como “YouTuber” é um estigma quando se quer ser levado a sério?

Bom, quero dizer, o meu primeiro vídeo no YouTube foi um vídeo cantando. Mas sim, há definitivamente um estigma com as pessoas que vieram online. Não é o meu trabalho refutar isso. Eu só estou tentando o meu melhor e fazer a música que eu quero fazer. Uma vez que uma galera legal vem da internet, eu acho que esse estigma vai começar a mudar.

Eu me preocupo com a minha música, com o que as pessoas pensam de mim. Eu só quero que as pessoas ouçam minha música com a mente aberta. Se você não gostar, tudo bem. Mas não estará se você não ouvir por conta desse rótulo. Vai demorar alguns anos antes que as pessoas levam a sério, mas isso vai acontecer.

Fazer vídeos curtos e engraçados online é diferente de compor?

Em ambos você começa com uma página em branco e uma idéia. Uma coisa que é legal sobre compor é que eu realmente, realmente amo estar colaborando com outros escritores. Eu encontrei amigos de verdade no início deste processo de composição em quem eu confiava, e tornou-se como uma só mente. Nós saimos, bebemos cervejas, comemos sushi, e escrevemos uma canção. Mas o que eu mais amo é apenas continuar tentando coisas, me pressionando. Assim que você está feliz com alguma coisa, você já começa a pensar na próxima.

Você é um pouco confessional online. Suas músicas também são tiradas da vida real?

Bem, eu sou bastante teatral com composição. Mas cada música deriva de uma experiência real. Uma experiência talvez autobiográfica, mas sempre há enfeites aqui e ali.

Você quer compartilhar algumas das histórias que inspiraram as canções?

Acho que as pessoas se surpreendem quando eu digo isso, mas eu sou uma pessoa muito privada quando se trata de família e relacionamentos. Mas está na música. Toda a merda realmente pessoal que eu não iria falar com um terapeuta sobre.

E sobre “Wild”, sobre quem é aquilo?

Bem, são diversas experiências misturadas em uma. Eu só vou dizer que é sobre a primeira noite quando você realmente não conhece a pessoa tão bem bem, você está tentando manter sua postura e eles estão somente usando você. Mas você não tem um problema com isso, esse sentimento de adrenalina.

Todo mundo na internet está sempre perseguindo você para descobrir quem você está namorando.

Bom, sim, essas músicas são 100% sobre garotos (risos).

Tem sido difícil namorar, já que você se tornou uma pessoa tão pública?

Antes de me assumir, eu não namorava, porque eu estava tão paranóico, com medo que eu fosse tirado do armário. Eu era super cauteloso. Mas agora eu só faço o que eu quero. Eu tenho uma espécia de rastreio interno: será que essa pessoa provavelmente para começar a espalhar boatos online? Provavelmente não, então tudo bem. Eu não posso viver com medo desse tipo de coisa. Parte da razão pela qual eu me assumi é fazer o que eu queria e estar com quem eu quisesse. Essa liberdade é algo que eu tenho trabalhado duro para conquistar. E eu estou realmente gostando agora.

Seus vídeos no YouTube são sempre sobre uma experiência positiva em se assumir, mas o vídeo da música “Wild” centra na história de um garoto que tem uma experiência muito difícil com seu pai abusivo. Por quê?

Eu tive a melhor experiência ao me assumir que alguém pode ter. Minha família sempre me deu suporte, meus amigos. Não tem sido um problema pra mim. Mas a mesma coisa que tem sido uma bênção em minha vida pode levar alguém ao suicídio. Toda vez que ouço sobre um garoto gay que cometeu suicídio, é apenas tanta frustração, tristeza. Só penso em potenciais perdidos porque um pai não estava aceitando ou um amigo não o apoiava, o que acabou com a vida de uma pessoa.

Eu realmente quero que os pais do meu público assistam esses vídeos na verdade. E percebam que sua reação influencia toda a experiência de seus filhos. Mostrando-lhes os dois lados da moeda: é isso ou isso que pode acontecer. Você decide.

O jovem romance entre os dois meninos no vídeo da música foi inspirado em algo na vida real?

As relações homossexuais são tão frequentemente sexualizada na mídia, e eu acho que foi muito importante para mim, mostrar um relacionamento bonito, inocente. Você vê um menino e uma menina andando na rua e as pessoas dizem: Oh, que fofo, vocês vão se casar? E todo mundo acha aquilo tão bonito. Mas você nunca vê o mesmo com os dois meninos.

Sim, e é incrível para ter um disco pop agradável que está escrito a partir de um menino para um outro menino – apenas canções pop que são do ponto de vista de um menino a um menino. Eu gostaria de ter isso quando eu era jovem.

Eu só queria escrever canções pop normais e quando chegasse a hora de usar um pronome, eu usar a palavra “ele”. Uma das coisas mais poderosas que eu acho que qualquer pessoa LGBTQ pode fazer é apenas viver. Uma vez que eu saí, eu era tipo: sim, legal, eu sou gay, e eu vou continuar vivendo minha vida como se eu nunca fosse dizer nada. Isso melhorou a minha qualidade de vida, me fez mais feliz, mas nunca me impediu de fazer uma única coisa da forma como eu queria. Você olha para as pessoas como Sam Smith e Olly do Years & Years e há um par de artistas abertamente homossexuais que estão cantando músicas sobre garotos. Um Troye de 14 anos teria definitivamente apreciado isso. Seria como, ainda posso ser gay e ser uma estrela do pop.

Frank Ocean tem sido uma inspiração?

Eu consigo ouvi-lo em Fools principalmente. 1000 por cento. Channel Orange é um dos meus álbuns favoritos. E eu sou um pouco apaixonado por ele também, por isso é tudo misturado assim.

Você se sente na necessidade de acordar as crianças on-line como Amandla Stenberg?

Definitivamente. Eu tento ser o mais socialmente consciente que eu puder. Estou tentando me educar. Vendo as pessoas usando sua posição de privilégio e fama para espalhar uma mensagem para alguém que precisa mais do que eles, é inspirador. Eu também quero fazer isso. Pessoas trans ainda tem uma alta taxa de suicídio. As taxas de sem-abrigo na comunidade LGBTQ são astronômicos. Há uma grande quantidade de trabalho a ser feito.

Quando foi que você e sua família perceberam que você não era como as outras crianças e como seus pais lidaram com isso?

Eu sempre fui um performer. Eles sempre soube que eu era um pouco artístico. Eu nunca joguei esporte na escola. Eu não gostava da escola tanto assim. Eles simplesmente me apoiaram completamente. Minha mãe era uma modelo quando era mais jovem e deixou a escola aos 16 anos para ir a Londres. Eles tinham a mente aberta. Se você quiser fazer isso acontecer, vamos descobrir como. Eu estudava em casa aos nove anos. Eu estive batalhando desde que eu era muito jovem, porque eu sempre quis fazer isso.

Será que você nunca vai dar uma de Tavi, se mudar para Nova York e ser apenas um garoto legal regular em uma cidade grande e se afastar da internet um pouco?

Eu gosto da minha vida em Perth. Eu ainda estou no meu quarto, na casa dos meus pais. Eu começo a viajar por seis semanas e então eu volto para casa por duas semanas e passo um tempo com a minha família, fazemos as festas judias. Nada mudou. Eu não acho que eu poderia lidar com as grandes cidades por muito tempo.

E não. Eu nunca vou desistir dessa coisa da internet. Eu cresci na internet. Não me lembro de não tê-la. É uma parte de mim como pessoa.

Você acabou de completar vinte anos, o que significa que você não é um adolescente mais. Você sempre encontra dificuldades para crescer online?

Há dores no processo de crescimento, às vezes. Manter as pessoas investindo e interessadas é difícil. Estrelas online têm de manter-se. Eu tenho certeza que há uma grande parte do meu público que adoraria se eu fizesse os mesmos vídeos que eu estava fazendo um ano atrás. Mas eu estou tentando manter as coisas interessantes. Eu só quero colocar para fora coisas que eu me orgulho.

Eu nunca quis patrocinar o meu público. Eu interajo com eles todos os dias em todas as plataformas de mídia social. Eles são espertos, eles estão ligados, eles são hilários. Eu fico mal por não fazer vídeos para o YouTube tanto quanto eu costumava fazer antigamente. Mas acho que é fisicamente difícil de fazer upload de um vídeo que eu acho que não é tão legal. Sempre tenho tido apenas um objetivo, que é de fazer uma merda de qualidade. Eu sou ambicioso e há muita coisa que eu quero fazer. Eu estou levando isso muito a sério.

Taylor Swift fala sobre o “Wild” em redes sociais

Na madrugada dessa segunda feira, a cantora Taylor Swift decidiu mostrar em suas redes sociais que estava apaixonada pelo mais recente trabalho do cantor Troye Sivan, o EP Wild.

VAI, TROYE SIVAN! WILD É DESLUMBRANTE E MARAVILHOSO (SIM, CAPS LOCK É NECESSÁRIO AQUI)“.


Alguns minutos depois, o Troye respondeu o tweet de Taylor agradecendo pelos elogios e dizendo que era um fã do trabalho da cantora e comentando também sobre seu mais recente trabalho, o álbum 1989.

As interações entre esses dois não acabaram por aí e vocês podem conferir mais clicando aqui, onde estaremos notificando todas as atualizações.

Atualmente, o Wild ocupa a segunda posição no iTunes americano, atrás do Beauty Behind The Madness, do cantor The Weeknd.

Entrevista traduzida: PROJECT U

Confira a entrevista traduzida do Project U, do amigo de Troye, Nic Kelly

“Eu gosto muito disso,” Troye Sivan me conta, uma confiança merecida adornando sua face após tocar para mim sua faixa-título de WILD pela primeira vez em um prédio de Sydney.

A música que se junta com este trabalho de 6 canções a ser lançado em 4 de Setembro é simultaneamente íntima e grandiosa – uma canção pop brilhante com um gancho enorme, ainda uma profunda temática que Sivan tinha muito medo de chegar perto até agora.

“Há algumas coisas obscuras aqui,” ele avisa.

“Isso é algo que aconteceu ao longo do processo, ao considerar aquela confiança entre nós para que pudéssemos continuar indo em um lado mais pop das coisas e mesmo assim se sentir seguro que isso seria legal e autêntico e tudo mais. Você sabe quantas sessões eu tive, com tipo, os compositores pop mais loucos no mundo, em apenas poucas vezes – talvez uma em dez sessões – eu fui embora com algo que sentia que era autenticamente eu.”

“A música na verdade começou com um pouco de pensamento positivo – a co-escritora Alex Hope entrando em um dia de estúdio de Sydney com um arquivo de Logic chamado “SINGLE DE TROYE”.

“O editor de Alex entrou para nos dar sushi e desejar sorte e ela trouxe suas sobrinhas para dizer oi – elas eram adoráveis e tinham uns 11 e 6 anos. Elas foram embora, nós começamos o dia e rapidamente percebi “merda, nós precisamos chama-las para vir e cantar a parte…”

Troye então me mostra o vídeo em seu MacBook das garotas cantando o “WI-I-I-ILD” várias vezes até elas ficarem perfeitas.

“Nós na verdade gravamos as garotas antes de termos qualquer música. Nós meio que pensamos que precisávamos de uma palavra – que acabou sendo Wild,” Hope explica.

“Eu sabia que ia ser Wild, eu não sei porquê mas eu apenas sabia,” afirma Troye.

Dando uma mordida em um dumpling, Troye aperta play em Bite – uma colaboração com seu time de estrelas de LA do futuro pop, LELAND, Allie X e Bram Inscore – que começa inteiramente acapella antes de cair em uma frenética mistura de harmônicas e caos sonoro. Bem desajeitadamente, Sivan coloca o sentimento nisso de “ir a uma balada gay pela primeira vez e se sentir como um pedaço de carne”. A música é altamente inspirada por experiência em The Court em Perth e Stonewall em Sydney, famosa por sua ‘gaiola’.

Eu vou deixar você adivinhar o que acontece lá.

“Eu quero dizer que você se diverte, você se torna vulnerável e se deixa aberto e meio que espera o melhor para que a pessoa não te ferre, é um pouco atrevida e eu acho que é sobre essa primeira experiência onde você está super preocupado e o chão está pegajoso,” Sivan diz.

Uma boa parte de TRXYE, seu primeiro lançamento em uma grande gravadora em 2014, Bite e um grande pedaço do trabalho inteiro é produzido parcialmente por SLUMS e Jia Lih, o par de produtores de Perth que adicionam um brilho e glamour diferente em qualquer coisa que tocam.

“Nós nunc havíamos escrito com eles no começo antes, até fazermos DKLA,” o momento mais obscuro do EP.

“Eu fiz este vocal uma hora da manhã. Nós fizemos cinco dias de moradia no The Grove – foi muito legal – esta é absolutamente a música mais obscura, mas havia algo que conectasse faltando… alguma coisa,” Troye explica. Este ingrediente que faltava era Tkay Maidza – a rapper de 19 anos de Adelaide que ganha um fã com qualquer um que ela esteja junto – que inclui o rei do rap Killer Mike, Rita Ora e Sivan recentemente.

Uma das atrações favoritas de Troye, BROODS, empresta uma mão ainda mais importante em Ease – que aconteceu após Georgia, da dupla neozelandesa, e Troye perceberem que tinham algo em comum – eles costumam sentir falta de seus amados algumas vezes, assim como eu e você.

“Basicamente, algumas vezes eu sinto que isso me atinge, que eu estou longe de minha família de uma vez só, entende? Então, nós escrevemos está música quando eu estava com um bom estado de mente escrevendo sobre este sentimento quando acontece, e naquela noite isso me atingiu mais forte do que já havia me atingido e então eu realmente associei a música fortemente com este sentimento em particular.”

A coisa que faz os sentimentos neste lançamento aparecerem tanto é a inteligência nas letras. Você ouve em todo o conjunto, mas eu acho Fools particularmente interessante – Troye pula da maravilha relacionável e reblogável do Tumblr – “only fools fall for you” – para super especificidade – “the little things / you like stick / and I like aerosol” – entre cada linha sem perceber.

Ele diz que encontrou o maior valor nas sessões em que as letras eram o principal.

“Manter a atenção das pessoas – manter as coisas interessantes – jogo de palavras, coisas inteligentes, eu sou obcecado por isso. Nós estudamos as palavras e o quão legal elas soaram ou tipo, apenas colocando uma palavra qualquer em algum lugar para manter um ouvinte interessado. Esperançosamente isto dará longevidade ao ouvinte para assim eles poderem ouvir uma música pela quinquagésima vez e pensar sobre a letra de um jeito diferente que eles pensavam antes.”

WILD, já disponível online:

iTunes: https://goo.gl/HVZYAf
Spotify: https://goo.gl/NvuGR3

 

 

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Bem-vindos ao Troye Sivan Brasil, a maior fonte de noticias sobre o cantor australiano. Criado em 2014, com a esperança de que o menino com cabelo cacheado se tornasse a grande estrela que é hoje. Nosso objetivo é manter os fãs brasileiros informados e conectados entre si. Aqui você encontra notícias, fotos, entrevistas traduzidas, vídeos legendados e uma rádio cheia de amor. E claro, surpresinhas de vez em quando. Pode entrar. Sinta-se em sua vizinhança.

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